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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Des mots de tous les jours

Durante uma calma manhã de trabalho, entre textos, sites e redes sociais, embalo-me ao som de Carla Bruni e Edith Piaf e suas lindas melodias francesas, que encantam até a alma!

Graças à minha professora de francês – que era fascinada pela Carla Bruni - conheci um pouco mais de suas músicas. Mas tenho que confessar, Carla Bruni só é possível em doses homeopáticas. Uma vez lá que outra... aquela voz linda e meio sussurrada tem limite. Não me condenem, mas é assim também com Edith Piaf. Uma voz peculiar e encantadora, mas por duas ou três músicas. Só.

Com um francês básico que tenho, consegui detectar somente algumas palavras, expressões, que mesmo às vezes soltas, encantam-me. Na verdade, não canso de me encantar, a cada dia mais, com francês. Que idioma mais lindo, poético, romântico, chique, inspirador... tuudo!

“Quatre consonnes et trois voyelles, c'est le prénom de Raphaël. Je le murmure à mon oreille et chaque lettre m'émerveille” Como isso pode não ser LINDO?

E isso? Quand il me prend dans ses bras, Qu'il me parle tout bas, Je vois la vie en rose! Que merece tradução: Quando você me prende entre seus braços e susurra, eu vejo a vida em cor de rosa!

Essa música em especial, a La Vie en Rose, pra mim é um paradoxo. A versão original, de Edith Piaf, me transmite, através da melodia, uma música sofrida e até mesmo um pouco depressiva. Em geral, uma canção triste. Só que, ao analisar a letra, é completamente ao contrário. Uma letra de amor, de romance, de felicidade. “C'est lui pour moi, moi pour lui dans la vie. Il me l'a dit, l'a juré, pour la vie”.

Por isso, gosto da versão da banda Pomplamoose. Acho que mantém o drama original, mas transmite um pouco mais da alegria da letra.

Bom... voltarei ao mundo real e ao português que me resta. Já que a França só em planos, futuros, quem sabe... :)

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

ado, aado, agricultura no meu quadrado! xD

Mais uma da série "ado, aado, reitoria no meu quadrado" xD"

Mesmo tema, outros personagens.


Uma breve história.

Sexta-feira - 19h
E a sábia decisão foi tomada "Não vou ir a pós hoje".
Em princípio por preguiça, mas depois de uma mágica ligação, a falta resumiu-se a atualizar - lê-se criar - um cirrículo decente para a menina e um futuro promissor.

"Queres trabalhar? Me manda teu currículo" - dizia a voz do outro lado da linha.
"Mas eu já trabalho, assessor. Como assim? Tá, te mando em seguida" - disse a menina, sem muito entender.
E lá se foi pro corel criar alguma coisa decente.

Bolinhas para lá, informações e certificados pra cá... Enviado.

Sábado - 20h - o celular toca...
"Segunda-feira às 10h, pode ser?"

Segunda-feira, às 10h.
"Ótimo! O mais breve possível, pode ser?"

No outro dia...
"bla bla bla bla bla bla... o que o senhor acha?" - perguntava a menina para o diretor.

O mais breve possível, às 13h30.
"Bom Dia!" - disseram todos da sala da revista.

Carol sorriu. Simplesmente sorriu.

1 ano depois...

Depois de mais de 1 ano desatualizado, a jornalista aqui resolveu tomar vergonha na cara e postar alguma coisa.

Pouca coisa, na verdade, pois a inspiração passou um pouco longe hoje.
Mas vou aquecendo os dedinhos e vamo que vamo!!

:)

domingo, 19 de abril de 2009

Por favor, não vejam "Crepúsculo". Leiam-o!

Por favor, não vejam "Crepúsculo". Leiam-o!

"Mas esse filme não é baseado em um livro?", sai a perguntar aos que estavam na fila do cinema. Ninguém soube me responder. Ó gente alienada essa... Mas eu sabia, sabia que havia alguma relação do "Crepúsculo" com a literatura, só que naquela hora, ainda não...
Suspiros... mais suspiros. Toda vez que Edward aparecia na tela as meninas do meu lado soltavam estridentes "ais".
Já estava ficando de enjoada com toda aquela historinha de amor, aquela lenga-lenga de romancezinho adolescente. Afff... que podrera.
Imaginem... Uma típica adolescente revoltada, recém transferida de uma grande cidade para o interior. Tudo em Forks a irritava, o clima, as pessoas, sua família. Quantos filmes idênticos a esses já não foram produzidos?
Mas continuando... Até que... Tchananan!!! Até que ela descobre que o ódio que ela sentia pelo seu colega de aula era realmente amor e o melhor... Ele era um vampiro!!!
Afff... mil vezes Aff!!! R$ 6 jogados no lixo - seis preciosíssimos reais, por sinal.
Mas não pensem que acabou por aí. Tem mais, muito mais! Eles começam a viver uma conturbada e intensa história de amor entre o pecado, a tentação (a menina, Isabella) e o impossível e intocável (o vampiro bonitão, Edward). Sem contar é claro, que o vampiro esse tem família e ainda por cima são "vegetarianos"!! Pasmem... eles não mordem pescoços alheios, somente matam animais como lanchinhos.
E após ser bem aceita na família vampiro, eles saem todos para jogar baseball - indiscutivelmente a pior parte do filme - e encontram um grupo de vampiros assassinos, que imediatamente sentem o cheiro da menina humana. Inicia-se então a saga para salvar a vida do grande amor de Edward... Leiam bem, inicia-se! a tortura tem parte dois!! ... ... ...
Eca! Definitivamente "Crepúsculo" entrou para a lista negra cinematográfica.
No entanto, mesmo com a "inovadora" história, eu não seria capaz de terminar por aqui. Não é justo com a escritora Stephenie Meyer - sim, obviamente minha intuição estava certa e a história era baseada na literatura - e nem com suas obras.
Passado alguns dias, o filme continuava em destaque na mídia, todos falando da produção como se fosse uma grande coisa. Não podia acreditar que aquela produção "água com açúcar" pudesse ter despertado tanto interesse no ambiente cinematográfico. Então, para não ficar com uma imagem 100% negativa da questão e ainda por cima com a fama de má, resolvi aproveitar uma promoção, é claro, e comprei o livro "Crepúsculo".
Simplesmente foi devorado em três dias. 416 páginas consumidas com verocidade e necessitada de ler a continuação da história - nessa hora, realmente dei graças por existir uma parte dois e até mesmo três -.
O envolvimento com os personagens, a intensidade da história e das situações vividas pelos protagonizadores é absurda. É possível até mesmo sentir dor pelo sentimento dos dois.
A história lenga-lenga permanece a mesma, é evidente, mas a maturidade das situações não é nada se comparada com a das telas. A história bobinha de amor adolescente transforma-se em uma verdadeira história de amor, que transcende o mundo dos personagens e envolve toda a sociedade com dilemas, além de despertar o imaginário e questionar valores pessoais.
Lançamentos nacionais que compõem a saga "Crepúsculo"


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